Em um mundo globalizado e dinâmico, entender e acompanhar o que faz um economista é essencial para compreender como governos, empresas e indivíduos tomam decisões financeiras. As oscilações de inflação, variações na taxa de juros e mudanças no comércio internacional impactam o dia a dia de toda a sociedade.
Se você gosta de acompanhar cenários do mercado e busca uma carreira versátil com forte impacto estratégico, então a faculdade de Ciências Econômicas é uma das opções mais completas. A seguir, entenda o que faz um economista, como é a rotina desse profissional, quais são as oportunidades no mercado e como se preparar para se destacar no setor.
O que faz um economista?
Para quem deseja saber o que faz um economista, a resposta está principalmente na capacidade de transformar dados complexos em diagnósticos claros sobre a realidade financeira. Este profissional estuda o comportamento dos agentes econômicos e avalia como recursos finitos podem ser alocados da melhor forma possível.
Além de interpretar índices como PIB, IPCA e Selic, o economista elabora projeções sobre riscos e oportunidades de negócios. O profissional não apenas analisa o passado, mas constrói cenários futuros para orientar decisões de empresas, fundos de investimento e entidades públicas.
Qual a importância do economista para o mercado?
O trabalho de um profissional de economia é determinante para a estabilidade e o crescimento de qualquer organização. Isso porque este profissional atua em diversas frentes essenciais, como, por exemplo:
- Gestão de riscos: avalia cenários de crise, flutuações cambiais e mudanças na legislação para proteger o patrimônio de empresas e investidores;
- Projeção de cenários: utiliza modelos matemáticos e estatísticos para antecipar tendências de consumo, taxas de juros e desempenho industrial;
- Formulação de políticas públicas: auxilia governos na criação de programas de desenvolvimento socioeconômico, controle de inflação e investimentos públicos;
- Otimização de recursos: orienta a alocação eficiente de capital para maximizar a lucratividade e mitigar desperdícios operacionais.
Quais áreas um economista pode atuar?
A abrangência da graduação permite que o bacharel atue em frentes variadas da sociedade. Ao buscar informações sobre o que faz um economista, percebe-se que suas possibilidades de atuação vão muito além do mercado financeiro tradicional. As principais frentes são, por exemplo:
- Mercado Financeiro: atuação em bancos, corretoras e fundos de investimento com análise de ativos, fusões e aquisições;
- Economia Empresarial: consultoria em empresas privadas para precificação de produtos, análise de concorrência e planejamento financeiro;
- Setor Público: elaboração de orçamentos, planos de desenvolvimento e gestão de políticas sociais em órgãos governamentais;
- Consultoria e Assessoria: prestação de serviços independentes sobre planejamento patrimonial, comércio exterior e viabilidade econômica de projetos;
- Pesquisa Acadêmica: estudo avançado de teorias econômicas, estatística aplicada e docência no ensino superior.
O que um economista faz no dia a dia?
A rotina diária de quem trabalha na área varia bastante dependendo do setor de escolha. Para entender na prática o que faz um economista em sua jornada de trabalho, veja as principais atividades cotidianas deste profissional:
- Leitura e interpretação diária de noticiários e relatórios do mercado financeiro;
- Coleta de dados macroeconômicos e microeconômicos em bases públicas e privadas;
- Construção de planilhas complexas, algoritmos e modelos estatísticos de previsão;
- Elaboração de relatórios e apresentações executivas para diretores e clientes;
- Monitoramento contínuo de decisões de bancos centrais e políticas governamentais;
- Participação em reuniões de comitês de investimentos e planejamento orçamentário.
Qual a diferença entre economista, administrador e contador?
É comum haver dúvida entre essas três profissões, pois todas lidam com a gestão de negócios e finanças. No entanto, o foco de atuação de cada uma é bem delimitado.
O contador cuida do registro histórico, cumprimento das obrigações fiscais e apuração do patrimônio real de uma instituição. O administrador gerencia os processos operacionais, de pessoal e estratégicos para o funcionamento diário da empresa.
No que diz respeito ao que faz um economista, por outro lado, a atuação foca no contexto macro e microeconômico. Ele estuda as forças de mercado externas, a concorrência e as taxas de juros que impactam o negócio como um todo.
Para saber mais sobre a diferença entre as áreas, acesse o post “Administração ou Economia: qual escolher?“.
Como se tornar um economista?
Para exercer legalmente a profissão no Brasil e assinar pareceres econômicos, é preciso cumprir os requisitos estabelecidos pela legislação federal.
Curso de Ciências Econômicas
O primeiro passo indispensável é concluir o bacharelado em Ciências Econômicas em uma instituição de ensino reconhecida pelo MEC. O curso dura em média 4 anos e abrange matérias de econometria, teoria micro e macroeconômica, história econômica, matemática financeira e mercado de capitais.
Registro no Conselho Regional de Economia (CORECON)
Após a conclusão da graduação, o profissional deve solicitar seu registro no Conselho Regional de Economia (CORECON) do seu estado. O registro é obrigatório para atuar legalmente em cargos que exigem a assinatura técnica e a responsabilidade de um economista.
Quais habilidades um economista precisa ter?
O perfil exigido pelas empresas envolve uma combinação de forte raciocínio lógico e excelente visão analítica. As competências mais buscadas incluem, principalmente:
- Pensamento crítico e analítico: capacidade de relacionar eventos políticos e sociais ao comportamento dos mercados;
- Domínio de métodos quantitativos: conhecimento sólido em estatística, matemática e ferramentas de análise de dados (como Python, R e Excel avançado);
- Visão estratégica: habilidade para enxergar o contexto global e antecipar movimentos que afetem o ambiente corporativo;
- Comunicação assertiva: facilidade para explicar relatórios numéricos de forma simples para gestores sem formação técnica;
- Adaptabilidade: acompanhamento constante do dinamismo econômico global e das inovações digitais do setor.
O mercado de trabalho para economistas é promissor?
Sim, o mercado de trabalho é dinâmico e oferece excelentes oportunidades de evolução profissional. A busca por especialistas que saibam o que faz um economista cresce na mesma proporção em que aumenta a complexidade das finanças internacionais e a necessidade de análise de Big Data.
A transformação digital criou frentes diferentes de trabalho, tais como a análise de dados econômicos em empresas de tecnologia e fintechs. Além disso, cenários de incerteza econômica exigem a contratação de profissionais qualificados para orientar a sobrevivência e a expansão dos negócios.
Onde um economista pode trabalhar?
A diversidade de campos de atuação é um dos grandes atrativos da carreira. Quem compreende a fundo o que faz um economista encontra portas abertas em múltiplos setores:
Bancos e instituições financeiras
Gestão de carteiras de investimentos, análise de crédito, consultoria de valores mobiliários e avaliação de risco bancário.
Grandes empresas e multinacionais
Departamentos de planejamento estratégico, controladoria, precificação de produtos e comércio exterior.
Consultorias econômicas e financeiras
Atendimento terceirizado a diversos clientes em estudos de impacto de mercado, fusões de empresas e valuation.
Órgãos governamentais e autarquias
Atuação via concursos públicos em instâncias como o Banco Central, Ministério da Fazenda, BNDES, IBGE e secretarias de planejamento.
Curso de Ciências Econômicas da FMU
Para se destacar em uma carreira tão estratégica, escolher uma formação de excelência é fundamental. Com base no panorama sobre o que faz um economista e nas exigências do mercado, o curso de bacharelado em Ciências Econômicas da FMU alia tradição acadêmica a uma matriz curricular moderna focada nas demandas reais das corporações.
O corpo docente da FMU é formado por profissionais experientes, e o aluno desenvolve competências em análise de dados, economia digital e cenários globais. A formação flexível prepara o estudante tanto para as provas do CORECON quanto para conquistar posições de liderança em grandes empresas.
Além disso, a instituição conta com o Trabalho Garantido, um programa exclusivo da FMU onde a faculdade garante, em contrato, que o aluno estará trabalhando de forma remunerada na sua área até o fim do curso. Assim, você não apenas aprende na teoria o que faz um economista, mas entra no mercado de trabalho com a segurança e a experiência necessárias para o sucesso.
Perguntas frequentes
O que faz um economista?
Em suma, o economista analisa a produção de riquezas, os hábitos de consumo e as tendências de mercado para orientar decisões financeiras estratégicas em empresas, órgãos públicos e bancos.
Quanto ganha um economista?
A remuneração varia de acordo com a área de atuação e a região. No início de carreira, a média salarial fica entre R$ 4.000 e R$ 6.000. Em posições consolidadas no mercado financeiro ou em cargos de diretoria corporativa, os salários podem ultrapassar R$ 15.000 a R$ 25.000 mensais.
Economista precisa ter registro no conselho?
Sim. Para exercer a profissão formalmente, utilizar o título de economista e assinar pareceres ou perícias econômicas, é obrigatório possuir registro no Conselho Regional de Economia (CORECON).
Qual a diferença entre economia e finanças?
A economia é uma ciência mais ampla que estuda o comportamento dos mercados, inflação e políticas públicas. As finanças, por outro lado, são um ramo aplicado da economia focado na gestão direta do dinheiro, investimentos e orçamento.
Economista trabalha apenas com matemática?
Não. Embora os modelos matemáticos e estatísticos sejam ferramentas essenciais de trabalho, a economia é uma ciência social aplicada. O economista precisa compreender história, política e comportamento humano para interpretar os números corretamente.
Qual faculdade fazer para ser economista?
Para atuar como economista é necessário realizar a graduação em Ciências Econômicas (bacharelado), com duração média de 4 anos (8 semestres).
Fontes





